Fim de ano com o Quor: o amigo secreto do seu time de engenharia
Imaginamos o Quor tirando seu time de engenharia no amigo secreto e listamos o que ele empacotou como presente.

Head of Product
Camila Bedretchuk
Fim de ano chegando e volta sempre a mesma discussão: tem gente que ama amigo secreto e tem gente que faz de tudo para escapar (você é de qual time?!).
Independente do time, a cena se repete:
Um voucher do iFood.
Aquele livro da Amazon que está na lista faz tempo.
Um teclado mecânico, um monitor novo.
Tudo ótimo. Todo mundo gosta.
Mas, quando a gente resolveu brincar de “amigo secreto do QUOR” e imaginar que ele tirou o seu time de engenharia, a conversa foi para outro lugar.
Em vez de pensar em mais um item para a mesa ou para a gaveta, olhamos para o que, em 2025, realmente fez diferença no dia a dia de quem constrói e opera software com a gente.
Ao longo do ano, nossa engenharia foi guiada por alguns pilares que, na prática, funcionam como presentes para essas equipes. Foram eles que movimentaram o produto e as decisões difíceis no caminho.
Se o QUOR tirasse o seu time de engenharia no amigo secreto, é isso que ele embalaria para presente.
Menos ruído, mais contexto
Quem trabalha com engenharia, operações e segurança sabe: o problema não é só o volume de CVEs, incidentes e backlog de segurança. Muitas vezes falta contexto justamente na hora em que o time, pressionado por prazo, precisa decidir o que vai ficar para depois.
Em vez de empilhar alertas e dashboards, buscamos:
reduzir o ruído de vulnerabilidades na base, com imagens Zero-CVEs;
enxergar a cadeia de software antes do deploy, e não apenas quando a esteira trava ou o incidente acontece;
ajudar os times a responder “onde está o risco que importa agora?” e “o que eu preciso priorizar?”, em vez de “quantos alertas temos?”.
O objetivo é simples: dar condições para que os times de engenharia tomem decisões melhores, mesmo sob pressão, com menos opacidade e mais clareza técnica.

Sofisticação que nasce de fundamentos simples
Poderíamos ter seguido o caminho de empilhar features.
Preferimos fazer outra escolha: fortalecer poucos fundamentos e deixar que eles guiem as futuras decisões.
No dia a dia, isso significou dizer “não” para muita coisa que parecia interessante, mas não estava alinhada com esse núcleo:
construir a partir do código-fonte, com cadeia de confiança, procedência e integridade claras;
reduzir complexidade e CVEs para quem opera, em vez de acrescentar mais uma camada e mais exceções em produção;
trazer requisitos regulatórios para o desenho do produto, e não vender conformidade como uma 'nova feature’.
O resultado é um produto que parece simples na superfície e é justamente por isso que sustenta a complexidade de engenharia por baixo.
Construir um produto pioneiro é difícil. O problema que o QUOR se propõe a resolver é, por natureza, complexo e exige investimento pesado de tempo, capital e conhecimento multidisciplinar. Sem esses princípios mínimos muito bem definidos, a conta não fecharia: não dá para entregar, de forma consistente, o nível de sofisticação e de valor que colocamos na mão dos clientes.
Quanto mais fundo fomos nesses fundamentos, mais o QUOR ficou simples de explicar e de operar e maior o valor que ele consegue gerar.

Um olhar especial para o “mágico de DevOps”
Em praticamente todas as conversas que tivemos com clientes, prospects e pessoas que acompanham o QUOR, uma figura estava sempre presente: o profissional DevOps, que olha para tudo ao mesmo tempo. Código, infraestrutura, produto, segurança, compliance… e, ainda é responsável pela meta para reduzir o número de CVEs.
Uma parte importante do que fizemos em 2025 foi entregar algo concreto para esse “mágico de DevOps”:
transformar requisitos de segurança e regulatórios em algo que o produto já entrega, em vez de mais uma planilha para o DevOps preencher;
reduzir o trabalho manual de detectar vulnerabilidades, entender como podem ser exploradas e planejar a correção, enquanto vários outros “pratinhos” já estão quase caindo;
devolver tempo e foco para atividades ligadas ao produto e à evolução da plataforma, em vez de ficar apenas corrigindo CVEs e enxugando gelo.
É um presente direto: menos carga concentrada em tarefas operacionais que não escalam e mais espaço para que o time de engenharia consiga sustentar e evoluir o produto com segurança.

Segurança integrada, não no fim do pipeline
Uma coisa que é muito clara é que segurança de cadeia de software não funciona como peça solta no fim do processo.
No QUOR, nossa preocupação foi integrar segurança onde as coisas realmente acontecem:
nas imagens base que vão sustentar workloads em produção;
nos pipelines de CI/CD, antes de o artefato chegar em ambiente crítico;
nas políticas que já existem (Kubernetes, controles internos, requisitos regulatórios).
Em vez de criar um “novo lugar” para o time olhar, o QUOR complementa os pontos em que o Dev, o DevOps e o DevSecOps já trabalham. Isso reduz a fricção, diminui o número de exceções e ajuda a transformar a segurança em parte natural do fluxo, não em um freio de mão puxado na última etapa.

Educação como base, não como acessório
Ainda existe uma percepção forte de que segurança “custa caro” e de que o orçamento vai quase todo para inteligência artificial e inovação (ok, tem um pouco de verdade aqui!).
Se quisermos mudar esse cenário, precisamos transformar a cultura: sair do modo reativo e construir uma postura preventiva de verdade. É aí que o QUOR entra como aliado dos times de engenharia, e por isso tratamos educação como parte da base do produto, não como um extra.
Isso significa:
explicar, de forma objetiva, o impacto de vulnerabilidades e falhas de cadeia de software;
traduzir requisitos (inclusive de setores regulados) para uma linguagem que faça sentido para engenharia;
usar conteúdo, demos e conversas técnicas como espaço de troca, não só de apresentação.
Cada CVE crítica, cada caso de uso em produção e cada conversa com clientes, prospects e pessoas próximas ao projeto virou insumo para aprender e ensinar melhor.
O objetivo é que quem usa o QUOR não tenha o QUOR apenas como uma ferramenta, mas de fato eleve o nível de segurança: que consiga mudar a forma como fala de risco e custos dentro da empresa e como prioriza o que é melhor para o negócio.

E depois do Natal?
Essa é a base que construímos com o QUOR até aqui. A partir dela, queremos seguir aproximando engenharia e segurança e ser o parceiro desses times: menos CVEs em produção, mais visibilidade sobre o que compõe a cadeia de software e mais capacidade de explicar risco e aderência a requisitos, tirando peso dos times e colocando mais estrutura, clareza e confiança na forma de rodar software em produção, especialmente em um cenário de novos decretos e de uma agenda nacional de cibersegurança cada vez mais forte.
Boas festas e um ótimo 2026.
Time QUOR.
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